Este prédio, visto assim mesmo, ao longe, me causava calafrios quando criança.
Quem diria que, anos mais tarde, eu estudaria naqueles andares…
(Clique para aumentar – publicado no site da Turma da Mônica)
Não entendeu? Leia aqui. Aliás, leia, por favor. É realmente importante!

Imagem de uma câmera de vigilância do zoológico de Wuppertal, na Alemanha, mostra a ursa polar Vilma com seu filhote Anori em sua toca no zoo. Anori nasceu em 4 de janeiro, junto com outro filhote que morreu depois de uma semana. O pai de Anori é o urso Lars, que também era o pai do famoso ursinho Knut. Foto: Zoo Wuppertal/AFP/Getty
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Você conhece esta nova modalidade educativa do Brasil?

Funciona assim: já que o Enem perdeu toda a credibilidade após uma lista de falhas graves, eles resolveram simplificar tudo e agora você nem precisa se preocupar com a nota: basta inscrever-se, comparecer no dia marcado, levar algum passatempo, assinar a prova e esperar as horas passarem.
Não, não estou inventando. Hoje foi noticiado que uma professora fez o Enem 2011 apenas para pegar o caderno de questões, mas tirou notas maiores que as mínimas registradas no teste, mesmo não respondendo nada! Ela alega que tudo o que fez foi assinar a folha de respostas e preencher a frase de verificação. “Eu deitei e dormi. Dormi o tempo inteiro”, diz.
A professora afirma que entregou a prova em branco mas, ao conferir o resultado do exame, por curiosidade, descobriu que só havia tirado uma nota zero – a da redação. E ainda, ao questionar o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) sobre o motivo das notas, a professora recebeu um documento com uma série de erros de português.
Ê Brasiu!
Segundo esta mesma matéria do UOL,
O Inep, em nota, afirmou que “as notas mínimas divulgadas referem-se a uma prova especial. Como o candidato estava inscrito para provas regulares, as notas apresentadas mostram uma pequena variação a maior”. Ou seja: de acordo com o órgão, a prova “especial” (como, por exemplo, a aplicada a estudantes deficientes visuais) é mais difícil -apesar de ser exatamente o mesmo exame- o que reduziria as notas.
Apesar disso, em uma nota técnica em que explica como é feita a correção das provas objetivas, o órgão diz claramente que quem, por exemplo, erra todas as questões, recebe a nota mínima. “Assim, uma pessoa que erra todas as questões recebe o valor mínimo do teste, e não uma nota zero, pois não pode-se (sic) afirmar a partir do teste que ela possui zero conhecimento”, diz o documento. O texto está disponível no site do instituto.
Em relação aos erros de português, o Inep disse que não se pronunciaria.
Essa nova palhaçada do Enem/Inep está parecendo mais é nota de consolação. Se o inscrito conseguiu escrever seu próprio nome na prova, e não a assinou com um X, ou carimbando o dedão, já está valendo! Afinal, o importante é participar.
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UPDATE (19h11) – aprenda como o MEC “calcula” as notas dos participantes do Enem na matéria “MEC nega erro em caso de prova em branco sem nota mínima“. É nota de participação mesmo. Compareceu no dia, ganhou nota.