“Esse tipo de universidade existe por todo o Brasil. Tres sujeitos ricos mas de escassa educação se reunem em uma praia e discutem: pessoal, temos que investir esse dinheiro, vamos abrir uma igreja, uma universidade ou uma concessionária Volks?”
(…)
“São universidades caça-niqueis, não tem qualquer espirito universitario, qualquer compromisso real com a educação, tendo capital se compram predios em leilões mal cheirosos, moveis de 3ª, professor acha com facilidade, pagou e dão aula, depois é só investir em marketing. Não tem e nunca terão espirito de universidade porque não são lideradas por educadores de verdade e sim por comerciantes para quem tanto faz escola como posto de gasolina.”
Essas palavras não são minhas. Os trechos acima (e os erros gramaticais) são de um texto brilhante escrito por André Araújo e publicado no blog do Luis Nassif, “A fábrica de alunos da Uniban“, que retrata fria e precisamente a triste realidade do ensino superior no Brasil.
Suicidas “batem ponto”? Resolvi ler o texto, mesmo achando o título uma escolha de muito mau gosto. E eis que me deparo com as seguintes expressões (os grifos são meus):
“Existem registros de que, por volta de 1830, quando o Japão passava por um gigantesco perrengue econômico (…)”
“Estudiosos em manifestações paranormais dizem que as árvores do bosque dos suicidas têm energia maligna por causa do número de suicídios e, por causa disso, não querem que as pessoas deixem o bosque. Evidentemente, tudo viagem.”
“Acredita-se que, se o presunto ficar sozinho nessa noite o yurei vai berrar a noite inteira.”
Posso estar exagerando, mas achei muita falta de respeito usar tais expressões em um texto que trata de um assunto tão sério como o suicídio. Tudo bem que o site – R7 – quer atingir o “povão” com seu conteúdo, mas tais escolhas de palavras me soam absolutamente desnecessárias.
As últimas semanas deram não um, mais dois tapas na cara de quem acha que CSI está perdendo o rumo: a primeira super notícia foi a tão falada abertura da 10ª temporada, que traz a cena mais cara e mais tecnologicamente avançada da história das séries de TV.
A sequência foi feita com a mesma tecnologia utilizada no filme Matrix. Foram dois meses para finalizar uma cena com pouco mais de dois minutos de duração! (Acho que o único que não deve ter se mostrado muito surpreso com a tecnologia foi Laurence Fishburne, ator que interpreta o CSI Ray Langston, já que ele era o Morpheus da trilogia). Se você ainda não viu a cena, o vídeo é este:
Neste link você pode assistir ao making of da cena e ver os atores pendurados por fios e apoiados por bastões enquanto diversas câmeras os filmam por todos os ângulos, além de explicações de alguns dos profissionais envolvidos no trabalho. E saiba também que o episódio se mostra digno do investimento!
Em primeiro plano, o detetive Mac Taylor, de CSI:NY, seguido pelo CSI Ray Langston, de CSI, em cena do crossover triplo. Imagem: divulgação
A outra notícia que animou ainda mais os fãs da série original (CSI deu origens a duas outras séries, passadas em Miami e em Nova York; a original tem Las Vegas como cenário) é um crossover triplo, que ligará as três franquias em um mesmo caso investigativo.
CSI já teve outros três crossovers: o primeiro uniu um episódio da série original e o primeiro episódio da franquia de Miami, e o segundo uniu em episódio de CSI:Miami ao primeiro episódio da franquia de Nova York. Já o terceiro foi um episódio duplo que começou em Miami e terminou em Nova York.
Langston e Horatio Cane (sorrindo!), de CSI: Miami, em mais uma cena do crossover triplo. Imagem: divulgação
Portanto, um crossover entre as séries não é novidade, porém, o ineditismo está no fato de um personagem (Langston) passar pelos três CSI e em uma única semana. O caso investigado, nesta que pode ser chamada de primeira trilogia de CSI, começará em Miami (no episódio “Bone Voyage”, que irá ao ar em 9 de novembro nos Estados Unidos), passará por Nova York (em 11 de novembro com o episódio “Hammer Down”) e será encerrado em Las Vegas (em 12 de novembro, no episódio “The Lost Girl”).
Neste link você pode ver mais fotos divulgadas e, neste outro link, o vídeo promocional do crossover. Abaixo, um curto making of em que os atores falam sobre o episódio triplo.
As fotos do post abaixo são da Via Láctea, uma “entidade” quase inimaginável e cuja ideia – para mim – ainda é difícil de absorver, tamanho o absurdo do cosmo.
Mas a Nasa também divulgou uma série de imagens incríveis do planeta Marte, fotos que mais parecem quadros, devido à beleza capturada por elas.
As imagens publicadas pelo Boston Globe foram feitas por um equipamento na Nasa que orbita Marte desde 2006, sobrevoando, atualmente, a cerca de 300 km da superfície marciana. O equipamento carrega uma câmera científica experimental de alta resolução, que tem fotografado o planeta há alguns anos e presenteando os terrestres com imagens como esta abaixo:
Uma das imagens da superfície de Marte capturadas pela Nasa
Acesse o link e veja todas as 35 paisagens marcianas divulgadas pela Nasa.
Nesta semana foram divulgadas novas imagens panorâmicas da Via Láctea montadas a partir de 3 mil fotos individuais. O dr. Axel Mellinger, da Universidade Central de Michigan, nos Estados Unidos, levou 22 meses e viajou por mais de 40 mil quilômetros para fazer fotos digitais do céu noturno.
A nova imagem (abaixo, no topo) atualiza a imagem feita anteriormente por ele, que consistia em apenas 51 fotos de uma câmera de filme (imagem da metade inferior).
Imagem: Barcroft Media, publicada pelo Telegraph.co.uk
Neste link há uma imagem, também atualizada, formada por estrelas, nebulosas, galáxias e outras formações . E neste link há mais uma bela imagem divulgada pela Nasa, mostrando praticamente o céu inteiro, com a Milky Way*, a nossa Via Láctea, aparecendo em uma linha brilhante.
Se entre o céu e a Terra existe um mundo de mistérios, imagine o que pode existir para fora da órbita terrestre e adiante!
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* Toda vez que leio “Milky Way” me lembro imediatamente da música “My Cherie Amour”, do Stevie Wonder.
My cherie amour, lovely as a summer day
My cherie amour, distant as the milky way
My cherie amour, pretty little one that I adore
You’re the only girl my heart beats for
How I wish that you were mine
Rivers Cuomo, vocalista da banda, lê um livro usando o Weezer Snuggie
Eu quero um!
Não dá mais para usar este ano, infelizmente, mas desde já aguardo ansiosamente pelo próximo inverno! (E não apenas por causa do Snuggie, diga-se de passagem… Maldito calor!)
Geeks, nerds e afins devem se lembrar do que é um Snuggie: no último episódio da segunda temporada de The Big Bang Theory, a Penny deu um de presente ao Leonard, antes do quarteto fantástico partir para uma maratona de três meses de estudos no Ártico.
Bem, fato é que o tal do Snuggie, um cobertor com mangas, é sucesso nos Estados Unidos – ainda mais agora, que o clima lá vai rumo ao inverno. E o Weezer aproveitou a novidade para promover seu novo álbum, Raditude, filmando um infomercial especialíssimo: compre um Snuggie do Weezer e ganhe o CD! Tudo por apenas US$ 29,99!
Assista ao infomercial no vídeo abaixo e acesse este link para assistir ao hilário making of!
O New York Yankees venceu o World Series e levou seu 27º título. Como torcedora do Boston Red Sox, estou muito, muito irritada. Mas, para minha consolação, quem ganhou o MVP (Most Valuable Player) foi um japonês, o primeiro da história a levar o prêmio de jogador mais valioso: Hideki Matsui.
O que? Pinóquio como matador de vampiros? Sim, é verdade! Quem dá a notícia é o Universo HQ.
Neste álbum especial, intitulado Pinocchio: Vampire Slayer, o personagem carismático imortalizado por Walt Disney em 1940 dá lugar a um boneco – ainda feito de madeira – que vive no mesmo século 19 da história original, mas que agora luta contra os vampiros que mataram seu querido carpinteiro Gepeto (já que estamos falando em vampiros, podemos dizer que Gepeto é o “maker” do boneco?). Pinóquio jura vingança e dá início a uma caçada que só terá fim quando destruir toda essa “raça infernal”.
Segundo o Universo HQ, apesar de destacar o terror, a graphic novelé recheada de humor negro, e o que é mais curioso: entre outras “tiradas mais leves”, o álbum traz o fato de Pinóquio “usar como estaca (a fim de cravá-la no coração dos vampiros) o próprio nariz, que cresce a cada mentira contada pelo garoto e é arrancado quando atinge o tamanho ideal para atingir mortalmente seus inimigos”.
Ficou curioso? Veja outros detalhes no Universo HQ.
Em outubro passado, a editora norte-americana Condé Nast, responsável pela publicação das famigeradas The New Yorker e Vanity Fair, anunciou que fecharia quatro revistas para cortar custos e reduzir a equipe por causa da recessão na área de publicidade e propaganda. As quatro “escolhidas” para a extinção foram Modern Bride, Elegant Bride, Gourmet e Cookie.
Mas a origem deste post foi uma dica do Sergio Gwercman, diretor de redação da Superinteressante. Ele postou um link para um blog com fotos feitas nos últimos dias de trabalho na revista Gourmet. As imagens foram feitas por Kevin Demaria, que escreveu: “Apesar de algumas vezes ter sido difícil fotografar os cômodos em comum da Gourmet, eu sabia que precisava documentar o local onde adorei trabalhar pelos últimos oito anos. Foi uma oportunidade única ter trabalhado com pessoas tão talentosas em um ambiente tão amigável. A Gourmet se tornou minha família e irei sempre olhar para trás orgulhoso de ter feito parte de uma revista tão incrível.”
* Se encontrar algum link quebrado, por favor, me avise. Todos são testados, mas nunca se sabe quando algum sairá do ar. E nada mais chato do que encontrar um assunto interessante e não conseguir acessar os links indicados, não é mesmo?!
* Agradeço a gentileza e a visita!
* Comentários também são bem-vindos!
* Volte sempre!