Mensagem de Natal do Stephen King

Stephen King, conhecido (por mim) como “meu monstrinho favorito”, acaba de postar uma mensagem de Natal em seu perfil oficial no Facebook.

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Numa tradução livre:

“Obrigado a todos que acessaram o site este ano. Eu agradeço a todos e espero que suas festas – seja lá quais você celebra – sejam boas. Mantenha sua família próxima e fique de olhos abertos para se certificar de que seja o Papai Noel, e não o Pennywise, descendo pela chaminé. 2017 parece um ano bom para os fãs das minhas coisas: versões em filme de A Torre Negra e A Coisa, e também uma série de TV de O Nevoeiro, pelo canal Spike. Meu filho Owen e eu escrevemos um livro foda chamado Sleeping Beauties, que será lançado em breve, e Hearts in Suspension, minhas memórias dos anos 60, já está disponível. Muito amor, pessoal. E muitos calafrios.”

Recomendo muito a leitura de A Coisa, livro que tive a sorte de ter comprado em 2004, quando a Planeta deAgostini lançou uma coleção de banca com 24 livros do “mestre do terror” por preços bem bons – se não me engano, era R$ 19,90 cada exemplar. Hoje, você encontra o livro num calhamaço de quase um quilo e meio da Suma de Letras pelo pelo preço médio de incríveis R$ 60.

O conto O Nevoeiro, que faz parte do (excelente!) livro Tripulação de Esqueletos – o único que não comprei da coleção de banca, já que tinha uma edição de outra editora – também é muito, muito bom. Corra atrás pra ler!

Aliás, se você nunca leu Stephen King, sugiro que comece pelos livros de contos, para ver se gosta do ritmo da leitura, já que os livros dele costumam ser longos e cheios de personagens – tanto que, às vezes, eu faço uma lista de nomes e quem-é-quem durante a leitura, pra não me perder.

Neste post, dou mais algumas dicas de leitura dos livros do King. Agora, é com você!

UPDATE (15h): Stephen King acaba de fazer mais uma postagem relacionada ao Natal no perfil do FB:

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Tradução livre:

“Se eu ouvir “Holly Jolly Christmas” ou “The Little Drummer Boy” mais uma vez, vou perder a cabeça.”

O Mundo Secreto das Coisas

A criatividade é um bichinho que não visita muitas pessoas, mas aquelas que ela escolhe morder são agraciadas com superpoderes cujos resultados, com sorte, são espalhados para o mundo ver.

É o caso de Sean Charmatz, um animador norte-americano que filma objetos e cenas do dia a dia e lhes dá vida para se tornarem vídeos hilários. Como este abaixo, um compilado de vários vídeos curtos que ele criou, simplesmente genial.

Siga Charmatz no Instagram, onde ele sempre posta videozinhos animados e imagens de objetos que ganham vida em suas mãos e mente inquieta.

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Cebolinha é Lei!

Dois quadlinhos muito fofos numa mesma histolinha é demais plo meu colação…

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Na mesma historinha ainda tem várias falas fofas do Cebolinha.

Gibi da Mônica n. 18, de outubro de 2016.

Turma da Mônica estreia em novos aplicativos

Apesar de alguns torcerem o nariz para a novidade – eu inclusa -, em 2008, veio a Turma da Mônica Jovem e o sucesso foi estrondoso. Aliás, continua sendo. Em 2009, veio a incrível MSP 50 e deu início às fabulosas Graphics MSP, que levaram a turminha a novo patamar, com centenas de artistas dando suas próprias versões para os personagens do Mauricio de Sousa.

Mais recentemente, em 2013, o pessoal dos Estúdios Mauricio de Sousa inventou a Turma da Mônica Toy, com desenhos cômicos curtos de 30 segundos, sem falas mas cheios de onomatopeias engraçadas, que podem ser vistos no canal oficial ou no novo aplicativo, gratuito, lançado em julho deste ano, tanto para sistema Android como para iOS (basta procurar por Mônica Toy na loja do seu celular).

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Todos os episódios estão disponíveis no YouTube e no aplicativo gratuitamente, porém, a cada um ou dois episódios vistos no celular, você é obrigado a assistir a um comercial de games de 30 segundos por inteiro, até que possa assistir a outro desenho. Mas a plataforma é bem bonitinha, e ainda permite que você baixe posteres muito legais de Mônica Toy para o celular de graça.

E agora surgiu mais uma jogada da Turma da Mônica, anunciada esta semana: as revistinhas estão entrando para o time da Social Comics, uma plataforma de leitura de gibis online que funciona por meio de assinatura. Não conheço a ferramenta, que foi lançada recentemente, em 2015, mas o preço para assinantes é bastante acessível (R$19,90/mês), o conteúdo é bem variado (são diversos títulos de gibis, para todos os gostos e idades) e você ainda pode ler quanto aguentar por mês, sem limite, em qualquer plataforma. Por enquanto, somente a turminha clássica entrará para o Social Comics, com novas edições entrando para o sistema toda semana.

Com tantas novidades, fica óbvio que o pessoal da MSP está antenado em tudo o que surge de novo e interessante pelo mundo. E eu aposto – e ganho! – que ainda tem muito mais novidades vindo por aí.

Quadros infantis que nunca iriam ao ar hoje

Na minha infância, o Tom queria matar o Jerry, o Jerry batia no Tom, o Coyote queria comer o Papa-Léguas, o Coyote se explodia, coisas em geral explodiam!, o Pica Pau atirava com revólver na cara dos outros, o pessoal da Corrida Maluca tentava sacanear uns aos outros para chegar primeiro, o Manda Chuva era o maior vagabundo, personagens roubavam, atiravam, fumavam, batiam, trapaceavam etc., e nenhuma criança tentava fazer o que via nos desenhos porque, de algum modo, sabia que era errado.

Na minha infância, as crianças eram mais ingênuas mas também, parece, mais inteligentes. Os únicos que gostam do atual e intragável “politicamente correto” são os ultraconservadores e os pais com preguiça de educar seus filhos.

Pensei nisso hoje, quando, por um grande acaso, topei com este vídeo da saudosa TV Colosso enquanto procurava pelo trecho do cachorro chef de cozinha que chamava o pessoal pro almoço. Assista ao vídeo abaixo a partir de 1’50” e me responda: esse diálogo das pulgas estaria hoje em algum programa infantil da TV aberta brasileira?

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O diálogo transcrito:

Pulga 1 – Otto Branco quer saber: “quem inventou o ditado ‘de grão em grão a galinha enche o papo’?”

Pulga 2 – O nome nós não conseguimos confirmar não. Sabemos apenas que era um criador de galinhas, sovina como ele só, que ficava regulando a ração das coitadinhas. Mas ele pagou bem caro: a sua esposa era uma megera que o espancava todos os dias.

Pulga 1 – É, e foi ela quem inventou “em casa de mulher que manda, até o galo canta fino”.

Sabe quando que a frase “sua esposa era uma megera que o espancava todos os dias” ou “foi ela quem inventou ‘em casa de mulher que manda, até o galo canta fino'” apareceria num programa infantil politicamente correto (o único tipo existente hoje em dia)? NUNCA.

E este outro quadro da TV Colosso? Já começa pelo nome do personagem: Paulo Paulada.

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NUNCA que os defensores do politicamente correto de hoje deixariam que isso fosse ao ar. Porque, afinal, seus queridos filhos não podem, jamais!, ouvir alguém falando que uma pessoa espanca a outra, ou, imagine!!, VER um personagem batendo em outro que não fez nada de errado!

Não, meus senhores, os filhos dos defensores do politicamente correto não sabem discernir entre o que é certo e o que é errado, portanto, é melhor esconder tudo o que possa fazer com que eles tentem refletir sobre alguma coisa e, que medo!!, encham os pais com perguntas sobre bem/mal, certo/errado, ética, caráter, educação, índole, boas maneiras, o que é crime e o que é permito por leis e outras coisas da vida!

O melhor é abolir tudo que o possa levar uma criança a usar a inteligência ou fazer perguntas aos pais, afinal, eles estão ocupados demais para explicar e mostrar o mundo à elas.