Assista a uma lesminha almoçando

Fiquei boba com este vídeo, assistindo-o em loop!

Preste atenção na textura do corpo da lesminha, em como os olhinhos e as anteninhas se mexem, no movimento da boca e veja até, que incrível!, a comida – que suspeito ser um cogumelo ou algo parecido – sendo engolido por ela e entrando em seu corpo semi-transparente. Interessante demais!

Via The Dodo Site.

As pirâmides ficam logo ali

Não me lembro de quando ouvi falar sobre as pirâmides do Egito pela primeira vez, mas aposto que fiquei maravilhada, como deve ficar qualquer um que ouça as histórias e veja as imagens desses monumentos incríveis pela primeira vez.

Hoje em dia é bem mais fácil entender a grandiosidade dessas construções por meio de fotos atuais e filmagens do local, mas para quem aprendeu sobre elas nos livros escolares da década de 1980, era a imaginação quem as desenhava e pintava.

Desde então, muitos anos se passaram e elas continuam lá, e nós cá. De vez em quando, aparece alguma matéria sobre novas suposições arqueológicas que desvendariam um dos muitos mistérios que cercam essas pirâmides ou sobre novos achados em escavações locais mas, basicamente, nada muda muito por lá.

Até que um dia você vê uma imagem das pirâmides tirada de outro ângulo e fica tão ou mais embasbacado que antes, quando percebe o quão perto delas a civilização “montou barraco”.

giza-pyramids
Fonte: Wikipedia

Mas calma aí! As pirâmides não ficavam no meio do deserto?

Essa fotografia acaba por quebrar todo o encanto que pairava sobre a imagem fantasiosa da Necrópole de Giza. Mais um pouco e os egípcios estão puxando uma laje a partir das paredes das pirâmides.

Construídas há mais de 5 mil anos, e localizadas a 9 km a oeste do Rio Nilo e a cerca de 13 km a sudeste do centro de Cairo, capital do Egito, as pirâmides de Giza e a enigmática Esfinge continuam atraindo a atenção do mundo e ficarão ainda um bom tempo envoltas em mistérios, curiosidade e superstições.

Mas é triste pensar que a Grande Pirâmide de Giza, ou Pirâmide de Quéops, a maior e mais antiga dessas pirâmides que formam a Necrópole de Giza, seja a única das Sete Maravilhas do Mundo que resistiu ao tempo e continua intacta. Resta saber até quando.

Como estão seus ídolos japoneses de infância 30 anos depois

Este post é para impressionar, assustar ou mesmo chocar as crianças dos anos 1980 que, como eu, cresceram assistindo aos tokusatsus da TV Manchete e afins. Se você for facilmente impressionável, não veja as imagens deste post para não ter sua infância arruinada.

Pois bem. Lembra-se da galera de Changeman, Flashman, Jiraya e Jaspion, aqueles verdadeiros heróis japoneses de 20 e poucos anos em seus indefectíveis uniformes coloridos de luta, que tentavam ter uma vida mais ou menos normal longe das batalhas? Então, amigo trintão, eles também cresceram. Ou melhor, envelheceram.  Aliás, nem “melhor”, porque muitos não envelheceram tão bem…

Veja as fotos de seus heróis japoneses dos anos de 1980 trinta anos depois. Hoje, todos estão na casa dos 50 anos. Respire fundo e acredite no que vê: é tudo verdade!

Antes e depois

Começando por uma imagem mais “tranquila”: na montagem abaixo, à esquerda, está Haruki Hamada, o ator que deu vida ao eterno Tsurugi, o Change Dragon, de Changeman, (meu preferido do Esquadrão Relâmpago), e à direita, Ryosuke Kaizu, o Red Mask, de Maskman.

change2

Atores jovens e bonitos, ambos líderes de suas tropas superpoderosas.

E agora, na imagem abaixo, os mesmos heróis em foto recente – não sei precisar a data. O que dizer deste efeito do tempo?

change1

Mas até aí tudo bem, continuam simpáticos, envelhecer é só para quem continua vivo. Mas prepare-se para a próxima revelação.

Na montagem abaixo, vemos o ator Kazuoki Takahashi, que interpretou o galã Hayate, o Change Griphon, de Changeman (o ator também teve participações menores em Flashman, Jiraya e outros seriados). Ao lado dele, o ator Junichi Haruta, o superhipercool MacGaren, o arqui-inimigo do herói Jaspion. Haruta também foi intérprete do Dyna Black, de Dynaman, e do Goggle Black, de Goggle Five.

mac

Agora preparem-se para a transformação, que vem na imagem abaixo.

macgaren

O que aconteceu com o galã dos Changeman?? Será que o Senhor Bazoo o atacou e ele ficou assim, e agora anda pelas ruas de Tóquio de pijamas e Crocs? E o MacGaren, que agora parece um tiozinho de filmes de comédias?

Mas o pior ainda está por vir. Jaspion. Talvez o maior ídolo da garotada dos anos 1980. Ele, que era o único herói japonês com permanente nos cabelos e foi interpretado pelo ator Hikaru Kurosaki…

jaspion

… que hoje está assim.

jas

O Jaspion está tão acabado, coitado, que é capaz do poderoso Satan Goss confundi-lo e querer enfurecê-lo para transformá-lo num monstro incontrolável em sua luta para conquistar o universo.

Essa imagem foi feita a partir de uma entrevista concedida por ele em novembro de 2015. Há muito tempo afastado da TV, o ator é dono de uma escola de mergulho no Japão.

Mas nem tudo é tragédia no mundo do tokusatsu oitentista. Takumi Tsusui, o belo ator que fez (e ainda faz por aí) o Jiraya, envelheceu bem e continua bonitão.

jiraya

14322680_1119120161490069_2390794939940653388_n

Se você sair pesquisando Google afora pelos atores de tokusatsu não mencionados aqui terá sua vida impactada por outras imagens assustadoras. As imagens deste post são apenas algumas das mais recentes que me fizeram pensar sobre aquela frase que diz que “o tempo é uma fábrica de monstros”.

Pelo visto, o único que melhorou depois de velho foi o Gyodai, que era assim nos anos 1980 (à direita) e hoje está assim (à esquerda).

gyodai
Fonte da montagem: Megacurioso

A imagem que melhor representa a atualidade

hillary-clinton-crowd-selfie-barbara_kinney
Crédito: Barbara Kinney / Hillary for America

Em um passado-não-muito-distante, a coisa mais legal do mundo era conseguir ver seu ídolo de perto, conseguir um autógrafo, uma palavra, um abraço. Que sonho!

Com a popularização das câmeras, aquelas ainda com filme, a coisa mais legal do mundo passou a ser conseguir tirar uma foto de seu ídolo, nem que fosse do topo da cabeça dele (olha, é o cabelo dele aqui no cantinho, juro!!), uma foto borrada que fosse (ele passou tão rápido, mas dá pra ver que é ele!!), desde que se conseguisse um registro do amado ídolo. E, quem sabe, melhor ainda!, conseguir uma foto COM ele – desde que alguém tirasse pra você, pois acertar o enquadramento e o foco com uma câmera analógica era meio loteria.

Pouco depois vieram as câmeras digitais portáteis e tudo ficou mais fácil. Sem muitos limites e com menos gastos, fotografar passou a ser banal. Então, todo mundo passou a prestar mais atenção no que se fotografa e se filma do que se importar em participar do momento em si – como é comum ver em shows, com aquele mar de celulares filmando (muito mal) tudo.

Agora, com os celulares e suas selfies, as pessoas fazem tudo isso ao mesmo tempo: chegam perto do ídolo, tiram várias fotos dele e outras com ele – sem se importar em realmente aproveitar o momento, tentar conversar com a pessoa, fazer uma pergunta, um elogio. Tudo tem e deve ser registrado. Mesmo que para isso você fique de costas para o seu ídolo.

UPDATE (28.9) – segundo porta-vozes da campanha de Hillary Clinton, ela mesma “sugeriu que todos poderiam fazer uma selfie grupal e posou para a multidão”. Segundo esta matéria, em um vídeo amador do encontro, pode-se ouvir a candidata dizendo “todos os que querem uma selfie, virem-se de costas agora”.

Ainda assim, vale a reflexão.

Fotos raras e os instantâneos de hoje

Tirar fotos hoje em dia se tornou uma coisa tão banal, que quase ninguém mais presta atenção ao conteúdo delas. Você vai a uma festa e tira dezenas, às vezes, centenas de fotos, que acabam se juntando à outras milhões de fotos esquecidas pelos celulares, HDs, dropboxes e Google drives da vida.

Prova disso são os álbuns de fotografia de antigamente, da nossa infância, por exemplo (se você nasceu nos anos de 1980 pra trás): são verdadeiros tesouros, cópias únicas de um tempo analógico, em que se pensava muito para tirar uma fotografia, se esperava a pose certa, se checava se estavam todos juntos para a foto, pois o rolo de filme era caro, com número limitado de “poses”, e ainda se pagava mais um tanto pelas revelações.

São raras as fotos descartáveis de antigamente, ao contrário das fotografias de agora. Basta acessar a pasta onde elas estão salvas para perceber que existem doze muito parecidas, podendo-se deletar onze delas, tiradas numa festa qualquer como tantas outras.

Por isso, quando surgem fotos históricas, daquelas BEM antigas, a gente para e fica imaginando o por quê do momento registrado ser tão importante para ter merecido uma fotografia, como e por que esta foto foi conservada e cuidada por tanto tempo, e mergulhamos na história que ela quer contar. Como nas imagens abaixo:

1
Crédito: imgur / reddit

Dois guardas da fronteira dos Estados Unidos tentam evitar que um fugitivo escape para o México, em foto de 1920. Aparentemente, na época, a fronteira norte-americana era bem mais frágil, sem muralhas e grades cheias de arame farpado e sem os atravessadores, conhecidos como coiotes, que cobram milhares pela promessa de fazer uma pessoa conseguir atravessar a fronteira e entrar ilegalmente nos EUA, o que, muitas vezes, acaba em tragédia.

2
Crédito: imgur

Não, não é uma produção para um filme de ficção científica nem uma foto de National Kid. São soviéticos, provavelmente soldados, utilizando um então moderno aparelho para detectar aviões, em 1917. Uma foto, imagino eu, bem rara e bastante curiosa.

3
Crédito: Margaret Bourke-White

Nova York, 1930. Nesta foto de Margaret Bourke-White, parece que todos os novaiorquinos usam chapéus. Mas onde estariam as mulheres? Que lugar é este, uma fábrica? Dá para imaginar mil e uma histórias a partir desta foto.

E quanto às SUAS fotos históricas? Quais fotos de família são suas preferidas? Quais histórias elas contam? Por que são tão queridas?

Veja outras fotos históricas como estas aqui.