Wesley Snipes sabe brincar

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco divulgaram este mês que descobriram que uma espécie de morcego – o Diphylla ecaudata, uma das únicas três espécies do mundo que têm sangue de animais em sua dieta – passou a se alimentar de sangue humano.

Wesley Snipes, ator norte-americano que interpretou nos cinemas o personagem Blade, um vampiro caçador de vampiros, aproveitou a notícia para fazer uma brincadeira em sua conta no Twitter:

wesleysnipes

“Pode vir”, disse Snipes, citando um link para uma matéria sobre os morcegos-vampiros brasileiros. Genial.

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Assista a uma lesminha almoçando

Fiquei boba com este vídeo, assistindo-o em loop!

Preste atenção na textura do corpo da lesminha, em como os olhinhos e as anteninhas se mexem, no movimento da boca e veja até, que incrível!, a comida – que suspeito ser um cogumelo ou algo parecido – sendo engolido por ela e entrando em seu corpo semi-transparente. Interessante demais!

Via The Dodo Site.

Dorme-dorme

Dizem que o nome científico é “Mimosa pudica“, também conhecida também como dormideira. Mas, na minha infância, ela era chamada de “dorme-dorme” mesmo, e era uma festa quando alguém encontrava uma na rua!

Infelizmente, há muito tempo não encontro uma.

Como você chamava essa planta na sua infância?

As pirâmides ficam logo ali

Não me lembro de quando ouvi falar sobre as pirâmides do Egito pela primeira vez, mas aposto que fiquei maravilhada, como deve ficar qualquer um que ouça as histórias e veja as imagens desses monumentos incríveis pela primeira vez.

Hoje em dia é bem mais fácil entender a grandiosidade dessas construções por meio de fotos atuais e filmagens do local, mas para quem aprendeu sobre elas nos livros escolares da década de 1980, era a imaginação quem as desenhava e pintava.

Desde então, muitos anos se passaram e elas continuam lá, e nós cá. De vez em quando, aparece alguma matéria sobre novas suposições arqueológicas que desvendariam um dos muitos mistérios que cercam essas pirâmides ou sobre novos achados em escavações locais mas, basicamente, nada muda muito por lá.

Até que um dia você vê uma imagem das pirâmides tirada de outro ângulo e fica tão ou mais embasbacado que antes, quando percebe o quão perto delas a civilização “montou barraco”.

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Fonte: Wikipedia

Mas calma aí! As pirâmides não ficavam no meio do deserto?

Essa fotografia acaba por quebrar todo o encanto que pairava sobre a imagem fantasiosa da Necrópole de Giza. Mais um pouco e os egípcios estão puxando uma laje a partir das paredes das pirâmides.

Construídas há mais de 5 mil anos, e localizadas a 9 km a oeste do Rio Nilo e a cerca de 13 km a sudeste do centro de Cairo, capital do Egito, as pirâmides de Giza e a enigmática Esfinge continuam atraindo a atenção do mundo e ficarão ainda um bom tempo envoltas em mistérios, curiosidade e superstições.

Mas é triste pensar que a Grande Pirâmide de Giza, ou Pirâmide de Quéops, a maior e mais antiga dessas pirâmides que formam a Necrópole de Giza, seja a única das Sete Maravilhas do Mundo que resistiu ao tempo e continua intacta. Resta saber até quando.

O íncrivel peixe-palhaço

A foto é impressionante e me pegou de surpresa. Parece mostrar um peixe enorme olhando curioso para centenas de olhinhos encapsulados.

Foto: David Doubilet/National Geographic
Foto: David Doubilet/National Geographic (clique para ver maior)

Mas a história é tao simples quanto fascinante: os peixes-palhaço machos da espécie Amphiprion frenatus costumam cuidar de seus ovos como um jardineiro cuida de suas plantas: pode parecer esquisito, mas eles separam os ovos com embriões mortos daqueles que contêm filhotes saudáveis. Sim, os olhinhos encapsulados são filhotes de peixe.

Detalhe dos ovos de peixe-palhaço
Detalhe dos ovos de peixe-palhaço

Além deste trabalho, esses peixes – da família do Nemo – ainda oxigenam os ovos com sua barbatana peitoral.

Natureza: nota 10.

Ex-caçador se vangloria de matar animais africanos

Acabo de ler uma matéria inacreditável, vangloriando um brasileiro ex-caçador de animais selvagens que não consegue se acostumar a viver na “selva de pedra” que é São Paulo.

Fora os clichês, a entrevista traz fotos do caçador com alguns animais abatidos por ele durante safáris que ele mesmo organizava. Abaixo, destaco alguns trechos da matéria, que pode ser lida na íntegra no site do UOL.

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“Com um rifle nas mãos, teve a mesma sensação que o pianista Jerry Lee Lewis ao tocar um piano de maneira instintiva. Simplesmente sabia o que estava fazendo.”
—> Compararam um gênio da música com um assassino de animais selvagens.

“‘Naquele tempo a África era muito perigosa: muita doença, as tribos eram selvagens. Ele [pai] parou de me mandar dinheiro, mas eu sobrevivia com a venda de pele e marfim’, relembra o Kirongozi.”
—> Que orgulho de ser independente!

“Fundou, com o premiado nome Kirongozi, três companhias de Safári na África que atraiu clientes do mundo todo para a caça (…)”
—> Ele é brasileiro, que exemplo para o país!

“Ainda se aventurou na Índia, no início da década de 1970, caçando tigres, mas já não tinha ânimo para aceitar as propostas para coordenar safáris por lá. De volta ao Brasil, ainda se aventurou pelo Pantanal, mas se comoveu com a docilidade das onças e outros animais. ‘Por mais contraditório que seja, todo caçador é um grande amante da vida selvagem, ele não mata de maneira indiscriminada’, pondera.”
—> Ah bom, tá perdoado!