Wesley Snipes sabe brincar

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco divulgaram este mês que descobriram que uma espécie de morcego – o Diphylla ecaudata, uma das únicas três espécies do mundo que têm sangue de animais em sua dieta – passou a se alimentar de sangue humano.

Wesley Snipes, ator norte-americano que interpretou nos cinemas o personagem Blade, um vampiro caçador de vampiros, aproveitou a notícia para fazer uma brincadeira em sua conta no Twitter:

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“Pode vir”, disse Snipes, citando um link para uma matéria sobre os morcegos-vampiros brasileiros. Genial.

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Assista a uma lesminha almoçando

Fiquei boba com este vídeo, assistindo-o em loop!

Preste atenção na textura do corpo da lesminha, em como os olhinhos e as anteninhas se mexem, no movimento da boca e veja até, que incrível!, a comida – que suspeito ser um cogumelo ou algo parecido – sendo engolido por ela e entrando em seu corpo semi-transparente. Interessante demais!

Via The Dodo Site.

Mensagem de Natal do Stephen King

Stephen King, conhecido (por mim) como “meu monstrinho favorito”, acaba de postar uma mensagem de Natal em seu perfil oficial no Facebook.

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Numa tradução livre:

“Obrigado a todos que acessaram o site este ano. Eu agradeço a todos e espero que suas festas – seja lá quais você celebra – sejam boas. Mantenha sua família próxima e fique de olhos abertos para se certificar de que seja o Papai Noel, e não o Pennywise, descendo pela chaminé. 2017 parece um ano bom para os fãs das minhas coisas: versões em filme de A Torre Negra e A Coisa, e também uma série de TV de O Nevoeiro, pelo canal Spike. Meu filho Owen e eu escrevemos um livro foda chamado Sleeping Beauties, que será lançado em breve, e Hearts in Suspension, minhas memórias dos anos 60, já está disponível. Muito amor, pessoal. E muitos calafrios.”

Recomendo muito a leitura de A Coisa, livro que tive a sorte de ter comprado em 2004, quando a Planeta deAgostini lançou uma coleção de banca com 24 livros do “mestre do terror” por preços bem bons – se não me engano, era R$ 19,90 cada exemplar. Hoje, você encontra o livro num calhamaço de quase um quilo e meio da Suma de Letras pelo pelo preço médio de incríveis R$ 60.

O conto O Nevoeiro, que faz parte do (excelente!) livro Tripulação de Esqueletos – o único que não comprei da coleção de banca, já que tinha uma edição de outra editora – também é muito, muito bom. Corra atrás pra ler!

Aliás, se você nunca leu Stephen King, sugiro que comece pelos livros de contos, para ver se gosta do ritmo da leitura, já que os livros dele costumam ser longos e cheios de personagens – tanto que, às vezes, eu faço uma lista de nomes e quem-é-quem durante a leitura, pra não me perder.

Neste post, dou mais algumas dicas de leitura dos livros do King. Agora, é com você!

UPDATE (15h): Stephen King acaba de fazer mais uma postagem relacionada ao Natal no perfil do FB:

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Tradução livre:

“Se eu ouvir “Holly Jolly Christmas” ou “The Little Drummer Boy” mais uma vez, vou perder a cabeça.”

Jaspion fez parte do Menudos

Hikaru Kurosaki, ator que interpretou o Jaspion, fez parte do Menudos e você nem sabia.

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Mentira.

Ele era de um grupo que cantava músicas sertanejas e até gravou um disco.

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Mentira.

Mas o ator já foi cantor de verdade no Japão, além de dublê.

Verdade.

E já foi ator também, no passado, pois hoje está aposentado das carreiras artísticas e trabalha em sua escola de mergulho no Japão. Mas você pode ver um trechinho bem pequeno de Kurosaki cantando neste episódio de Jaspion:

Adoro esse vídeo, sempre rio.

Antiga Casa dos Sonhos da Barbie

O sonho de muita menina do fim dos anos 1980 e começo de 1990 era ter a Casa dos Sonhos da Barbie. Enorme (para uma criança), linda e majestosamente cor-de-rosa, com seus imponentes três andares, quarto-que-vira-banheiro, escada caracol e balanço, a mansão era um sonho de consumo.

Eu, que nunca liguei muito para bonecas e tive poucas durante a infância, incluindo apenas duas Barbies*, ganhei num belo Natal a tal casa da Barbie.

(* a primeira que minha mãe me deu era a Dra. Barbie, que eu amava, e desconfio que ela escolheu essa porque foi enfermeira-chefe antes de eu nascer.)

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Não me lembro em qual ano a ganhei, mas lembro bem das milhares de peças que vieram na caixa. Foi minha mãe quem ficou quebrando a cabeça para montar a mansão. Não era difícil, mas era bem chato encaixar as paredes e o piso – tudo de papelão! – nos canos de plástico cor-de-rosa, além de montar a escada, que veio toda desmontada também, e colar os adesivos no balanço.

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Crédito: blog Brinquedo Antigo

Mas eu era tão desligada de bonecas, que não tinha nenhum móvel da Barbie – nem qualquer outro que não fosse dela mas servisse. Tinha a mansão, mas não tinha nada de mobiliário! Em compensação, minhas primas tinham praticamente a casa inteira montada – só não tinham a casa. E, se você teve primos quando criança, sabe que a rotina é um dia de melhores amigos, outro de inimigos mortais, por isso, não era sempre que a brincadeira estava completa.

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Crédito: blog Kirinilas

Mas, no final das contas, a mansão pouco foi usada como casa mesmo. Eu não tinha muita paciência pra brincar de bonecas ou de ser dona de casa, mas tive a ideia genial de usar a casa como uma escrivaninha (nerd, eu?), e vivia brincando de escritório, guardando toda a papelada no andar do meio, os objetos mais pesados no térreo e usando o terraço como mesa. Brinquei anos desse jeito e aproveitei muito a Mansão da Barbie.

Infelizmente, o papelão e o plástico não-muito-resistente sucumbiram ao tempo e à infância bem-brincada, e a casa foi evaporando aos poucos, até não sobrar mais nada. Atualmente, encontrar uma casa dessas inteira é quase impossível, mas você pode garimpar pelos mercados livres da vida e ir juntando peça por peça…

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Tem um vídeo bastante ruim, mas bem raro, com o comercial desta Casa dos Sonhos Estilo Rosas da Barbie. Repare no “nunca foi tão divertido ser dona de casa!” que uma menina diz no fim do comercial.

Por fim, eu também tive o carro da Barbie, aliás, ainda tenho, mas aí é outra história.

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Crédito: blog Just Lia

O Mundo Secreto das Coisas

A criatividade é um bichinho que não visita muitas pessoas, mas aquelas que ela escolhe morder são agraciadas com superpoderes cujos resultados, com sorte, são espalhados para o mundo ver.

É o caso de Sean Charmatz, um animador norte-americano que filma objetos e cenas do dia a dia e lhes dá vida para se tornarem vídeos hilários. Como este abaixo, um compilado de vários vídeos curtos que ele criou, simplesmente genial.

Siga Charmatz no Instagram, onde ele sempre posta videozinhos animados e imagens de objetos que ganham vida em suas mãos e mente inquieta.

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Eu acordei / Tirei meu pijama…

O AdNews publicou uma matéria bem interessante sobre quais eram as propagandas que estavam na TV, jornais e revistas na última vez que o Palmeiras ganhou um brasileirão, lá em 1994 – quando eu, ainda criança, era fanática por futebol e infernizei muita gente comemorando o bicampeonato 93/94 do time.

As campanhas de então são lembradas até hoje, entre elas, o cachorrinho da Cofap (muita gente ainda chama os Dachshund de “cofapinho”) e a inesquecível Poupança Bamerindus. Mas uma das melhores é esta do vídeo abaixo, feito para a Honda, mostrando que aquela máxima é verdadeira: “menos é mais”.

Saudades das propagandas boas brasileiras…