Espaço em Branco

30 Outubro, 2009

Incrível escala de tamanhos

Arquivado em: Ciências, Cool Things — espacoembranco @ 21:44
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O que existe entre um grão de café e um átomo de carbono?

Neste gráfico, criado pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, o maior tamanho é o de um grão de café, medindo 8 x 12mm.

E é daí pra baixo, até chegar ao tamanho de um átomo de carbono.

Entre eles, um maravilhoso nanomundo científico!

Dica do Mythbuster Adam Savage!

18 Outubro, 2009

Lâmpada para fãs de CSI e True Blood

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Séries de TV — espacoembranco @ 21:19
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Foto: Chris Lobina/Rex Features

Esta é a Lâmpada de Sangue – uma luz acesa com sangue – inventada pelo designer britânico Mike Thompson.

O usuário rompe o vidro do topo da lâmpada e joga um pó na solução de dentro do objeto.

A ponta quebrada oferece a ferramente perfeita para produzir a gota de sangue necessária para acender a lâmpada.

O conceito utiliza o material químico luminol, que é comumente usado pela polícia forense para localizar vestígios de sangue na cena do crime.

Normalmente claro, o luminol reage com o ferro encontrado na hemoglobina para produzir a luz azul.

Invenção recomendada somente para quem tem sangue quente.

17 Outubro, 2009

Cogumelos que brilham no escuro

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Notícias — espacoembranco @ 19:38

Sete novas espécies de cogumelos que brilham no escuro foram descobertas em Belize, no Brasil, na República Dominicana, na Jamaica, no Japão, na Malásia e em Porto Rico.

Quatro das novas espécies são completamente novas para os cientistas e descobriu-se que três das conhecidas anteriormente são luminosas. Todas as sete espécies, assim como a maior parte das 64 espécies já conhecidas de cogumelos luminosos pertencem à família Mycena.

As descobertas podem ajudar os cientistas a entender quando, como e por quê os cogumelos desenvolveram a habilidade de brilhar. Suspeita-se que a luminescência atraia animais noturnos, o que ajudaria os cogumelos a espalhar seus esporos.

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A Mycena luxaeterna (luz eterna) foi coletada em São Paulo e encontrada em gravetos em habitat da floresta Atlântica. Estes cogumelos são bastante pequenos, com cada píleo medindo menos de 8mm de diâmetro e seus troncos têm uma textura gelatinosa. O nome da espécie foi inspirado pelo Requiem de Mozart. Foto: Cassius V. Stevani, Instituto de Química da Universidade de São Paulo

Apesar da incrível descoberta, nenhum Smurf foi localizado para prestar depoimento.

13 Outubro, 2009

Nuvens de algodão-doce

Arquivado em: Ciências, Cool Things — espacoembranco @ 22:54

Mesmo depois de adultos, muitos ainda olham para as nuvens e deixam suas mentes enxergarem os mais diversos e divertidos formatos. É saudável, é criativo, é terapêutico, é engraçado.

Porém, algumas formações são um tanto quanto assustadoras. Então alguém fotografa, publica na internet e lá vem uma penca de explicações conspiratórias, sinais de fim de mundo e outras histórias sem o mínimo embasamento científico que se tornam mais uma lenda urbana.

Mas eis que aparece a Wired Science e traz explicações científicas sobre alguns dos formatos de nuvens mais inusitados já registrados. É um deleite para os olhos e para o cérebro!

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UPDATE (12.11) – encontrei mais um link cheio de fotos de nuvens estranhas. São imagens lindas – ou horripilantes – mas, infelizmente, no fundinho do cérebro pisca aquela dúvida: “photoshop”?

8 Junho, 2009

Educação americana x brasileira

Arquivado em: Ciências, Cultura, Notícias — espacoembranco @ 23:13
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Miguel Nicolelis

Trecho de matéria publicada na Folha Online após sabatina com o neurocirurgião brasileiro Miguel Nicolelis:

O neurocientista afirmou que diferenças culturais entre as elites dos Estados Unidos e Brasil são parte da explicação para a grande diferença entre os investimentos feitos em pesquisa nesses locais. Segundo ele, isso está relacionado ao legado que essas classes querem deixar.

“Nos Estados Unidos há uma espécie de busca por imortalidade. O rico quer ter o nome na porta de um instituto da Universidade Harvard, do MIT. Ele acha que um filho, um neto, vai passar ali e ver o nome dele”, afirma. “No Brasil, ainda temos a ilusão de que dá para levar o dinheiro junto. Até que se prove o contrário, não dá.”

Além disso, ele afirma que a legislação fiscal dos EUA, com estímulo à pesquisa e facilidade nas doações, também contribui para que o país invista mais em ciência e tecnologia. “Eu sou ex-aluno da USP e hoje é muito mais fácil doar para a Universiade de Duke. Até pensei em colocar o nome da minha avó no anfiteatro da Faculdade de Medicina da USP, mas a burocaria é tão grande que eu já teria morrido até que isso acontecesse.”

O “lado negro” da ciência

Arquivado em: Ciências, Cultura, Notícias — espacoembranco @ 23:07

Em outra matéria publicada pela Folha Online, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis afirmou:

Entretanto, essas inovações [das pesquisas em neurociência] dão motivos para que os mais alarmados pensem que a espécie humana está próxima de ser subjugada a artefatos tecnológicos que ela própria criou. Entretanto, na visão do neurocientista, não é o caso de se preocupar.

Para Nicolelis, grande parte do medo que as pessoas têm da ciência – ou de seu “lado negro” – vem da falta de informação.

“Não podemos mais aceitar uma ciência tão longe da sociedade, que seja algo tão distante, místico, alienado da população”, afirma ele. “Não perco uma noite de sono pensando no risco de a tecnologia nos aniquilar.”

De acordo com o pesquisador, depois da 2º Guerra Mundial, a mídia, os filmes e a literatura contribuíram para que a ciência fosse vista como algo misterioso, próximo dos filmes de ficção científica, em que as invenções podem ser usadas para o mal. Na visão dele, tudo, em tese, pode ter esse fim.

“Na faculdade de medicina eu aprendi 34 meios de fazer procedimentos cirúrgicos usando uma caneta Bic. Aprendi a fazer traqueostomia com uma Bic. Dá para fazer coisas piores.”

2 Abril, 2009

Michael J. Fox e o Parkinson

Arquivado em: Ciências, Notícias, TV — espacoembranco @ 22:03

michael_j_foxMuitos (americanos) se lembram dele como Alex P. Keaton, da série “Family Ties” (1982-1989); a maioria se lembra dele como o Marty McFly da trilogia “De Volta para o Futuro” (1985/1989/1990); outros o conheceram quando protagonizava a comédia “Spin City” (1996-2001), como Mike Flaherty. Hoje, Michael J. Fox é conhecido como o ex-ator que luta contra o Mal de Parkinson.

Em recente entrevista à apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, Fox, hoje com 47 anos, disse que descobriu que ser paciente é a melhor forma de lidar com a debilidade e comparou os cuidados ao de uma “criança exigente”.

Fox descobriu que tinha a doença há 18 anos e, desde então, engajou-se em campanhas de esclarecimentos e arrecadação de fundos para apoiar as pesquisas que buscam uma cura para o Mal de Parkinson.

O jornal Mail Online publicou uma matéria com um vídeo que traz trechos da entrevista que Fox concedeu à Oprah. Apesar do otimismo do ex-ator, as imagens são de cortar o coração e mostram que durante a entrevista ele mal consegue controlar os tremores, característicos da doença. O Parkinson também já atacou seu andar: Fox diz que consegue patinar no gelo melhor do que consegue andar.

Michael J. Fox se recusa a deixar a doença abatê-lo e, com a ajuda da esposa – com quem é casado há 20 anos – e dos quatro filhos, tenta levar uma vida o mais normal possível. Seus fãs e admiradores o apoiam a todo passo – e aplaudem sua coragem e determinação.

Para mais informações sobre o Mal de Parkinson, visite os sites: Associação Brasil Parkinson, Parkinson Online e ABC da Saúde.

22 Março, 2009

Ferrou!

Arquivado em: Ciências, Etcs, Notícias, Revistas-Jornais — espacoembranco @ 21:23

brain1Estudo divulgado pela revista Neurobiology of Aging diz que o cérebro humano começa a mostrar sinais de envelhecimento aos 27 anos!

Segundo o estudo, é nesse estágio da vida que a capacidade mental já passa a decair com tênue prejuízo da agilidade, do raciocínio e da visualização espacial. E ainda: o ápice do funcionamento cerebral acontece aos 22 anos!

Lá se vão minha investida de longa data em aprender Alemão e os planos futuros de mergulhar no Japonês!

21 Março, 2009

Nicolelis do Brasil!

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Cultura, Genialidades, Notícias, Revistas-Jornais — espacoembranco @ 23:38
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O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Além de supercientista ele também é palmeirense. Foto: IstoÉ

Estou longe, muito longe de ser patriota, mas quando alguma coisa deste tipo acontece, até que dá um certo orgulho: o neurocientista brasileiro Miguel Ângelo Laporta Nicolelis está na capa da conceituada Science Magazine! É a primeira vez que a ciência brasileira ganha a capa da mais prestigiada publicação científica do mundo, que tem 128 anos de existência!

A matéria apresenta os resultados do estudo liderado por Nicolelis sobre o Mal de Parkinson, doença neurodegenerativa progressiva que causa tremores incontroláveis e espasmos, levando à morte. O estudo utilizou uma nova técnica criada pela equipe do cientista e testada com sucesso em camundongos, conseguindo eliminar os sintomas da doença ao estimular com eletricidade o sistema nervoso a partir da medula espinhal.

O trabalho foi chefiado por Miguel Nicolelis, da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), e do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte. Segundo Nicolelis, este é “o segundo estudo da Duke a fazer a capa da revista e o primeiro de uma pesquisa brasileira”.

A técnica desenvolvida pela equipe é bem menos invasiva que a usada atualmente no tratamento, que é feito em conjunto com uma série de drogas. Na técnica atual, a estimulação elétrica de neurônios é feita com a introdução de eletrodos no cérebro do paciente, em uma cirurgia bastante complicada, cujo procedimento é arriscado e limitado a apenas um terço dos milhões de pacientes de Parkinson que podem se submeter a tal procedimento.

Com a nova técnica, os cientistas abriram uma pequena incisão na pele dos roedores e retiraram um pequeno pedaço do osso para acessar a medula espinhal. Além disso, a combinação dessa nova cirurgia com a medicação tradicional prescrita para pacientes com Parkinson necessita apenas de um quinto da dose convencional, o que acaba com os efeitos colaterais e o desenvolvimento de tolerância à medicação.

Os resultados são tão promissores que os pesquisadores começarão em breve os estudos com primatas, em testes que serão realizados em Natal (RN). A expectativa é que os primeiros testes clínicos com pacientes humanos aconteçam já no ano que vem.

Leia mais sobre o estudo em entrevista que Nicolelis concedeu à revista Época, nas matérias da revista IstoÉ, do Jornal Nacional e do site G1, e em um modesto post que escrevi tempos atrás, que traz mais dois links para matérias com Miguel Nicolelis publicadas pela revista Superinteressate.

Prêmio Nobel

A revista Época perguntou a Nicolelis sobre a possibilidade do cientista ser o primeiro brasileiro a ganhar o prêmio Nobel. Abaixo, a transcrição da sincera resposta:

Não, de jeito nenhum. Não tem a mínima chance. É uma coisa muito competitiva, e eu não participo das rodas sociais onde essas decisões são tomadas. Mas se, nos próximos anos, eu conseguir produzir essa nova teoria do cérebro e ela for aceita, como também consiga construir as próteses robóticas que vão alterar a vida de gente que está paralisada, o resto é… é o resto. Realizar estes feitos é a minha obsessão. Se eu conseguir chegar perto de realizar algum destes objetivos, e o Palmeiras voltar a ganhar alguma coisa que preste, vou estar satisfeito.

Fico aqui na torcida por ambas realizações.

15 Fevereiro, 2009

15 de Fevereiro

Arquivado em: Astronomia, Ciências, Cool Things, Etcs — espacoembranco @ 18:36

Quem aniversaria hoje é outro dos meus ídolos, Galileo Galilei.

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