Espaço em Branco

24 Novembro, 2009

A verdade sobre os pingos d’água

Arquivado em: Ciências, Cool Things — Érica @ 22:54

Se você não se encantar com este vídeo, tem algo errado com você.

É a natureza explicada pela ciência!

Via Pix.

20 Novembro, 2009

Acelerador de partículas volta a acelerar

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Notícias — Érica @ 22:54

O super brinquedo dos cientistas, o LHC. Foto: AP

Depois de funcionar pela primeira vez, em setembro de 2008, o acelerador de partículas apresentou um grave problema e precisou ser desligado poucas horas mais tarde. Agora, após 14 meses de reparos e depois de quase ser destruído por uma migalha de pão derrubada por um pássaro, o acelerador volta a funcionar.

Os primeiros testes de injeção de partículas de prótons já começaram e, se tudo correr bem, o Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês) realizará testes maiores por volta das 4h, horário de Brasília.

James Gillies, porta-voz do Centro Europeu de Investigação Nuclear, explicou como serão os testes:

“A circulação de partículas no gigantesco equipamento começará em um primeiro momento em baixa energia, com 450 GeV (gigaeletrons volts), e quando os cientistas injetarem feixes em direções opostas se produzirão, a essa velocidade, as primeiras colisões.

“A partir então, o experimento consistirá em ir aumentando progressivamente a potência da circulação dos prótons, até chegar ao momento mais esperado e temido por alguns: as primeiras colisões de partículas a velocidade próxima a da luz, o que calculam que poderia ocorrer em janeiro.

“Nesse momento, serão recriados os instantes posteriores ao Big Bang, o que dará informações chaves sobre a formação do universo e confirmará ou não a teoria da física, baseada no Bóson de Higgs.

“A existência dessa partícula, que deve seu nome ao cientista que há 30 anos previu sua existência, se considera indispensável para explicar por que as partículas elementares têm massa e por que as massas são tão diferentes entre elas.”

O LHC custou 3,76 bilhões de euros e foi construído para auxiliar os cientistas a entendenrem melhor a matéria e a origem do universo. O circuito mede 27 km e está a 100 metros sob a terra, em uma região da fronteira entre França e Suíça, passando pelo território dos dois países.

Excitante, não?!

30 Outubro, 2009

Incrível escala de tamanhos

Arquivado em: Ciências, Cool Things — Érica @ 21:44
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O que existe entre um grão de café e um átomo de carbono?

Neste gráfico, criado pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, o maior tamanho é o de um grão de café, medindo 8 x 12mm.

E é daí pra baixo, até chegar ao tamanho de um átomo de carbono.

Entre eles, um maravilhoso nanomundo científico!

Dica do Mythbuster Adam Savage!

18 Outubro, 2009

Lâmpada para fãs de CSI e True Blood

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Séries de TV — Érica @ 21:19
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Foto: Chris Lobina/Rex Features

Esta é a Blood Lamp, ou Lâmpada de Sangue – uma luz que se acende com sangue – inventada pelo designer britânico Mike Thompson.

O usuário rompe a ponta do vidro no topo da lâmpada e dissolve um tablete na solução contida dentro do objeto. A ponta quebrada oferece a ferramenta perfeita para produzir a gota de sangue necessária para acender a lâmpada (porém, a coragem para fazer isso não vem junto com o produto).

O conceito utiliza o material químico luminol, que é comumente usado pela polícia forense para localizar vestígios de sangue nas cenas de crime. Normalmente claro, o luminol reage com o ferro encontrado na hemoglobina para produzir a luz azul.

O inventor da lâmpada não especifica quanto tempo a luz fica acesa (mas, a julgar pelos episódios de CSI, não deve passar de alguns poucos minutos) porém, ele adverte que ela pode ser acesa uma única vez.

Invenção recomendada somente para quem tem sangue quente.

UPDATE (3.12): assistindo ao vídeo que mostra como a Blood Lamp funciona, entende-se que a idea do designer não era inventar mais uma maluquice. O video traz a frase “E se a luz viesse com um custo para o indivíduo?”. O próprio Thompson explica em sua página no Vimeo que, ao criar uma lâmpada que só pode ser usada uma vez, o usuário deve considerar quando o uso da luz é mais necessária, forçando-o a repensar no quanto ele desperdiça energia e o quão preciosa ela é.

17 Outubro, 2009

Cogumelos que brilham no escuro

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Notícias — Érica @ 19:38

Sete novas espécies de cogumelos que brilham no escuro foram descobertas em Belize, no Brasil, na República Dominicana, na Jamaica, no Japão, na Malásia e em Porto Rico.

Quatro das novas espécies são completamente novas para os cientistas e descobriu-se que três das conhecidas anteriormente são luminosas. Todas as sete espécies, assim como a maior parte das 64 espécies já conhecidas de cogumelos luminosos pertencem à família Mycena.

As descobertas podem ajudar os cientistas a entender quando, como e por quê os cogumelos desenvolveram a habilidade de brilhar. Suspeita-se que a luminescência atraia animais noturnos, o que ajudaria os cogumelos a espalhar seus esporos.

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A Mycena luxaeterna (luz eterna) foi coletada em São Paulo e encontrada em gravetos em habitat da floresta Atlântica. Estes cogumelos são bastante pequenos, com cada píleo medindo menos de 8mm de diâmetro e seus troncos têm uma textura gelatinosa. O nome da espécie foi inspirado pelo Requiem de Mozart. Foto: Cassius V. Stevani, Instituto de Química da Universidade de São Paulo

Apesar da incrível descoberta, nenhum Smurf foi localizado para prestar depoimento.

13 Outubro, 2009

Nuvens de algodão-doce

Arquivado em: Ciências, Cool Things, Imagens — Érica @ 22:54

Mesmo depois de adultos, muitos ainda olham para as nuvens e deixam suas mentes enxergarem os mais diversos e divertidos formatos. É saudável, é criativo, é terapêutico, é engraçado.

Porém, algumas formações são um tanto quanto assustadoras. Então alguém fotografa, publica na internet e lá vem uma penca de explicações conspiratórias, sinais de fim de mundo e outras histórias sem o mínimo embasamento científico que se tornam mais uma lenda urbana.

Mas eis que aparece a Wired Science e traz explicações científicas sobre alguns dos formatos de nuvens mais inusitados já registrados. É um deleite para os olhos e para o cérebro!

clouds_weird

UPDATE (12.11) – encontrei mais um link cheio de fotos de nuvens estranhas. São imagens lindas – ou horripilantes – mas, infelizmente, no fundinho do cérebro pisca aquela dúvida: “photoshop”?

8 Junho, 2009

Educação americana x brasileira

Arquivado em: Ciências, Cultura, Notícias — Érica @ 23:13
nicolelis

Miguel Nicolelis

Trecho de matéria publicada na Folha Online após sabatina com o neurocirurgião brasileiro Miguel Nicolelis:

O neurocientista afirmou que diferenças culturais entre as elites dos Estados Unidos e Brasil são parte da explicação para a grande diferença entre os investimentos feitos em pesquisa nesses locais. Segundo ele, isso está relacionado ao legado que essas classes querem deixar.

“Nos Estados Unidos há uma espécie de busca por imortalidade. O rico quer ter o nome na porta de um instituto da Universidade Harvard, do MIT. Ele acha que um filho, um neto, vai passar ali e ver o nome dele”, afirma. “No Brasil, ainda temos a ilusão de que dá para levar o dinheiro junto. Até que se prove o contrário, não dá.”

Além disso, ele afirma que a legislação fiscal dos EUA, com estímulo à pesquisa e facilidade nas doações, também contribui para que o país invista mais em ciência e tecnologia. “Eu sou ex-aluno da USP e hoje é muito mais fácil doar para a Universiade de Duke. Até pensei em colocar o nome da minha avó no anfiteatro da Faculdade de Medicina da USP, mas a burocaria é tão grande que eu já teria morrido até que isso acontecesse.”

O “lado negro” da ciência

Arquivado em: Ciências, Cultura, Notícias — Érica @ 23:07

Em outra matéria publicada pela Folha Online, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis afirmou:

Entretanto, essas inovações [das pesquisas em neurociência] dão motivos para que os mais alarmados pensem que a espécie humana está próxima de ser subjugada a artefatos tecnológicos que ela própria criou. Entretanto, na visão do neurocientista, não é o caso de se preocupar.

Para Nicolelis, grande parte do medo que as pessoas têm da ciência – ou de seu “lado negro” – vem da falta de informação.

“Não podemos mais aceitar uma ciência tão longe da sociedade, que seja algo tão distante, místico, alienado da população”, afirma ele. “Não perco uma noite de sono pensando no risco de a tecnologia nos aniquilar.”

De acordo com o pesquisador, depois da 2º Guerra Mundial, a mídia, os filmes e a literatura contribuíram para que a ciência fosse vista como algo misterioso, próximo dos filmes de ficção científica, em que as invenções podem ser usadas para o mal. Na visão dele, tudo, em tese, pode ter esse fim.

“Na faculdade de medicina eu aprendi 34 meios de fazer procedimentos cirúrgicos usando uma caneta Bic. Aprendi a fazer traqueostomia com uma Bic. Dá para fazer coisas piores.”

2 Abril, 2009

Michael J. Fox e o Parkinson

Arquivado em: Ciências, Notícias, TV — Érica @ 22:03

michael_j_foxMuitos (americanos) se lembram dele como Alex P. Keaton, da série “Family Ties” (1982-1989); a maioria se lembra dele como o Marty McFly da trilogia “De Volta para o Futuro” (1985/1989/1990); outros o conheceram quando protagonizava a comédia “Spin City” (1996-2001), como Mike Flaherty. Hoje, Michael J. Fox é conhecido como o ex-ator que luta contra o Mal de Parkinson.

Em recente entrevista à apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, Fox, hoje com 47 anos, disse que descobriu que ser paciente é a melhor forma de lidar com a debilidade e comparou os cuidados ao de uma “criança exigente”.

Fox descobriu que tinha a doença há 18 anos e, desde então, engajou-se em campanhas de esclarecimentos e arrecadação de fundos para apoiar as pesquisas que buscam uma cura para o Mal de Parkinson.

O jornal Mail Online publicou uma matéria com um vídeo que traz trechos da entrevista que Fox concedeu à Oprah. Apesar do otimismo do ex-ator, as imagens são de cortar o coração e mostram que durante a entrevista ele mal consegue controlar os tremores, característicos da doença. O Parkinson também já atacou seu andar: Fox diz que consegue patinar no gelo melhor do que consegue andar.

Michael J. Fox se recusa a deixar a doença abatê-lo e, com a ajuda da esposa – com quem é casado há 20 anos – e dos quatro filhos, tenta levar uma vida o mais normal possível. Seus fãs e admiradores o apoiam a todo passo – e aplaudem sua coragem e determinação.

Para mais informações sobre o Mal de Parkinson, visite os sites: Associação Brasil Parkinson, Parkinson Online e ABC da Saúde.

22 Março, 2009

Ferrou!

Arquivado em: Ciências, Etcs, Notícias, Revistas-Jornais — Érica @ 21:23

brain1Estudo divulgado pela revista Neurobiology of Aging diz que o cérebro humano começa a mostrar sinais de envelhecimento aos 27 anos!

Segundo o estudo, é nesse estágio da vida que a capacidade mental já passa a decair com tênue prejuízo da agilidade, do raciocínio e da visualização espacial. E ainda: o ápice do funcionamento cerebral acontece aos 22 anos!

Lá se vão minha investida de longa data em aprender Alemão e os planos futuros de mergulhar no Japonês!

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