Ex-caçador se vangloria de matar animais africanos

Acabo de ler uma matéria inacreditável, vangloriando um brasileiro ex-caçador de animais selvagens que não consegue se acostumar a viver na “selva de pedra” que é São Paulo.

Fora os clichês, a entrevista traz fotos do caçador com alguns animais abatidos por ele durante safáris que ele mesmo organizava. Abaixo, destaco alguns trechos da matéria, que pode ser lida na íntegra no site do UOL.

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“Com um rifle nas mãos, teve a mesma sensação que o pianista Jerry Lee Lewis ao tocar um piano de maneira instintiva. Simplesmente sabia o que estava fazendo.”
—> Compararam um gênio da música com um assassino de animais selvagens.

“‘Naquele tempo a África era muito perigosa: muita doença, as tribos eram selvagens. Ele [pai] parou de me mandar dinheiro, mas eu sobrevivia com a venda de pele e marfim’, relembra o Kirongozi.”
—> Que orgulho de ser independente!

“Fundou, com o premiado nome Kirongozi, três companhias de Safári na África que atraiu clientes do mundo todo para a caça (…)”
—> Ele é brasileiro, que exemplo para o país!

“Ainda se aventurou na Índia, no início da década de 1970, caçando tigres, mas já não tinha ânimo para aceitar as propostas para coordenar safáris por lá. De volta ao Brasil, ainda se aventurou pelo Pantanal, mas se comoveu com a docilidade das onças e outros animais. ‘Por mais contraditório que seja, todo caçador é um grande amante da vida selvagem, ele não mata de maneira indiscriminada’, pondera.”
—> Ah bom, tá perdoado!

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