Sobre liberdades tradutórias

Blog Meia Palavra – Os títulos têm que ser traduzidos literalmente ou há espaço para certas “liberdades” tradutórias? Por quê?

Guilherme da Silva Braga, tradutor profissional -Nem os títulos nem coisa nenhuma tem que ser traduzida literalmente. Sempre há espaço para a liberdade tradutória. SEMPRE! Esse mito da tradução literal precisa cair. Traduzir um texto não tem nada, absolutamente nada a ver com copiar o original em português apenas trocando as palavras de idioma; trata-se, antes, de reescrever um texto altamente articulado, que forma um todo coeso, em outra língua. E de reescrevê-lo em um estilo o mais próximo possível do original – o que inclui reescrever um texto fluente de modo fluente, entre outras coisas. O objetivo de uma tradução literária não é dizer “o que está no original” a qualquer custo, mas acima de tudo escrever um texto de qualidade literária e características estilísticas semelhantes às do original.

Leia essa entrevista completa feita com Guilherme Braga no Meia Palavra. Vale a pena!

E se você acha que traduzir HQs é fácil (“ah, mas é só ir traduzindo as balõezinhos, pô!”), leia a entrevista com Érico de Assis feita pelo site Meu Herói. Ambas entrevistas foram dicas de Fabiano Denardin, via RTs.

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