Cientistas recuperam memória de ratos com Alzheimer

Acho o Mal de Alzheimer a doença mais triste que existe. A família perde um membro querido mesmo ele estando logo ali, vivo, ao seu lado. E a pessoa acometida pela doença perde a si própria com o passar do tempo. Não reconhece sua família, não reconhece a si mesmo, não lembra de sua vida; aos poucos esquece toda sua história em memórias perdidas para sempre. É tudo muito, muito triste.

Mas então, pesquisadores do Instituto Gladstone de Doenças Neurológicas, de São Francisco, nos Estados Unidos, divulgaram resultados de uma terapia genética testada em ratos cujo efeito conseguiu recuperar a memória desses animais ao estimular a produção de uma proteína que faz os sintomas de perdas de memória serem reduzidos ou mesmo desaparecerem.

A descoberta é um grande passo para entender o Alzheimer, mas especialistas britânicos afirmam que ela ainda está longe de ser uma cura definitiva. Os resultados são animadores, mas ainda não se sabe se esses resultados conduzirão a um tratamento para o Alzheimer – o que está um pouco distante, segundo os cientistas britânicos.

Surge aí um possível caminho para a cura desse mal, cujas causas ainda são desconhecidas pela medicina. O Alzheimer acomete principalmente os idosos e não existe, até hoje, uma cura comprovada. Estima-se que pelo menos 1,2 milhão de pessoas tenham a doença no Brasil.

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