Estrelinha Mágica: a decepção

Lembra da Estrelinha Mágica da Turma da Mônica, lançada no fim dos anos 1980, mais ou menos junto com o desenho animado?

Ela era de plástico duro, bem pequena, realmente cabia da palma da mão. E era segurando-a assim que acontecia a mágica: uma luzinha interna ficava piscando enquanto produzia um som… mágico.

Veja a estrelinha em funcionamento:

 

Eu me lembro muito bem dessa Estrelinha. Lembro também que só minha prima tinha. Por isso fiquei extremamente feliz quando soube que iriam relançar o brinquedo – porque, você sabe, uma das maravilhas em ser adulto é poder comprar brinquedos com seu próprio dinheiro, sem precisar esperar por alguma efeméride.

Procurei por várias lojas, várias vezes, mas não encontrava a dita cuja. Mas bem que dizem que “quando você para de procurar, encontra”. Um belo domingo, matando tempo em uma loja de brinquedos, perguntei à vendedora pela estrelinha, sem nenhuma expectativa positiva, e ela responde que só havia mais um na loja. BINGO! Era minha!

E lá fui eu, incrédula, seguindo a vendedora que chegou na prateleira, pegou a única Estrelinha Mágica que havia, me entregou e… e… O QUE É ISSO??

DECEPÇÃO à primeira vista.

Veja o tamanho da Estrelinha Mágica, relançada este ano, em comparação com meu dedo, ali à esquerda:

A imagem está tremida porque a emoção, junto com a decepção e o celular ruim, não deram uma boa liga…

A nova estrelinha é enorme, tem 10 cm x 10 cm, maior que a palma da minha mão, e feita de um plástico mole. A vendedora a retirou da caixa e a ligou para eu ver o que acontecia.

DECEPÇÃO MAIOR.

Ao invés de fazer o único som que a estrelinha original fazia, esta canta uma música numa voz horrorosa!

Olha, que decepção! Tanto tempo procurando pelo brinquedo, achando que seria igual ao lançado pela querida Tec Toy nos anos 1980… e a Grow me vem com essa furrecada… Que pena!

Laços – já estou emocionada. E ainda nem li

Sidney Gusman, idealizador e editor das novas graphic novels da Turma da Mônica, acaba de publicar uma página completa do livro que será lançado em poucos dias, Laços, dos irmãos mineiros Vitor e Lu Cafaggi.

A página mostra o momento em que o Cebolinha, ainda bebê e todo fofinho, ganhou o Floquinho, uma coisinha meio alienígena mas incrivelmente fofo.

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Nos dois quadrinhos do meio dá até para ver o movimento do Cebolinha bebê, dando passinhos exitantes, desconfiado com o montinho de pelos de dentro da caixa. Os desenhos exalam tanto sentimento, tanta sensibilidade… Os traços da Lu são incríveis!

Mal posso esperar para ler o livro. Laços sai no fim do mês!

Como é a carinha do Floquinho?

Já cantava o Cebolinha:

Eu “tloco” as “letlas”
Não falo bem
Mas meus amigos
Não “tloco” por ninguém

O meu cãozinho
É o Floquinho
E eu não sei
Se vai ou vem

Você já viu a “calinha” do Floquinho? Em 17 de janeiro de 1965, Mauricio de Sousa publicou uma historinha na “Folhinha” na qual Cebolinha resolveu desfazer esse mistério. Mas o resultado…

Reprodução/Folha de S. Paulo

Reprodução/Folha de S. Paulo

Mônica no Castelo do Dragão

Pra mim, este era o jogo mais legal do mundo do Master System. Não apenas porque era da Mônica, mas porque eu achava legal mesmo!

Se minha memória não falha, foi o segundo jogo que joguei no Master – depois de Alex Kidd, que veio na memória – e a primeira fita que aluguei. E aluguei várias vezes. Muitas vezes. E era sempre triste ter que devolver a fita pra locadora. Sempre. Todas as vezes.

E eu também nunca virei esse jogo. Pensando bem: caramba, como eu era ruim em videogames!

Dia Internacional da Síndrome de Down

“Respeito” é a resposta para muitos problemas. Você não precisa concordar, você não precisa ignorar, você não precisa ter medo, você não deve tratar mal. Basta respeitar as diferenças, porque são elas que fazem as pessoas serem especiais.

E é desde criança que se aprende a respeitar as diferenças e até a entender o diferente, para que a ignorância não tome conta da sua vida. Mas se você já é adulto, mostre que é maduro o suficiente para mudar de opinião sobre preconceitos ultrapassados.

21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down e, para comemorar a data, o Instituto Mauricio de Sousa disponibiliza para download gratuito a revista “Viva as diferenças!”, desenvolvida em parceria com o Instituto MetaSocial. Nessa publicação especial, a Turma da Mônica aparece com sua nova amiguinha, a Tati, portadora da Síndrome de Down.

Mais uma iniciativa excelente para tentar acabar com o preconceito contra esse pessoal que de “down” não tem nada!

Cebolinha na China

Aqui no Brasil, o Cebolinha troca o R pelo L, um distúrbio comum da fala chamado ‘dislalia’. Mas quando a Turma da Mônica foi pra China, este detalhe mudou. Conta o Mauricio de Sousa em seu twitter:

“Recebo perguntas sobre a fala do Cebolinha nas historinhas em mandarim (chinês). A mana Maura, diretora internacional, de NY, diz ‘em caracteres chineses não existe forma de mostrar troca de letras. Perguntei que letras as crianças trocam quando começam a falar. Elas trocam H por F ou tiram o som do H em outras palavras. Ex.: lao hu (tigre). Elas falam: lao fu. Zhe ge (isto), fica ze ge.’ Resumindo: na China, o Cebolinha corrigiu a disladia desde que apareceu por lá.”