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Porque um grande país se constrói a partir da educação de seu povo

Crianças têm aulas do ensino fundamental em salas temporárias em um ginásio em Sendai, condado de Miyagi, no Japão. Cerca de 200 estudantes desalojados pelo terremoto, pela tsunami e pelo desastre nuclear estão estudando em salas temporárias há cerca de uma semana. Foto: Kyodo/Reuters
Late mais baixo… Agora mais baixo… Mais baixo…
Foto inacreditável

Imagine o absurdo da força das águas! Foto: se alguém souber o autor, por favor, me avise
UPDATE (10.5) – Apesar de várias pessoas sugerirem que o barco deveria ficar sobre a casa, como um monumento em memória à tragédia de 11 de março, os governantes locais decidiram pelo contrário, e o barco foi retirado de cima da casa.
Capa da The New Yorker sobre o Japão
Japão: um país que não se abate. Jamais!
Nas últimas décadas, nenhum país enfrentou uma sequência tão devastadora de tragédias quanto o Japão. Desde as bombas nucleares arremessadas contra Hiroshima e Nagasaki na Segunda Guerra Mundial até os terremotos que ao longo dos anos produziram algumas das mais pavorosas cenas de destruição provocadas pela natureza, os japoneses parecem destinados a se defrontar com cataclismos como o tsunami de duas semanas atrás. Apesar da intensidade desses acontecimentos, o país sempre conseguiu se reerguer – e não há uma única exceção à regra. Historiadores deram até um nome para essa fantástica capacidade de recuperação. Trata-se do que eles chamam de “ethos” guerreiro, um código de conduta criado pelos samurais para ressaltar princípios como coragem, retidão e honra. Essas qualidades estão incorporadas ao espírito da nação e podem ser comprovadas em atos de bravura registrados nos últimos dias. O que dizer dos técnicos que tentam conter os danos nas usinas atômicas, a despeito dos riscos impostos à sua própria sobrevivência? Ou de voluntários que se apresentaram para ajudar na reconstrução de rodovias? Ou de famílias inteiras que, mesmo diante da ameaça da falta de comida e água, dividem o pouco que têm com estranhos? São exemplos como esses, de obstinação e disciplina, que asseguram que o Japão será reconstruído. E, novamente, em tempo recorde.
Matéria da revista IstoÉ. Leia o texto na íntegra aqui.
Os Kamikazes de Fukushima
“Meu pai aceita seu destino como uma pena de morte”, diz filha de trabalhador da usina de Fukushima.
Leia o relato de familiares dos “50 de Fukushima”, como ficou conhecido o grupo de 180 trabalhadores que se revezam para tentar esfriar os reatores nucleares das usinas atingidas pelo terremoto de escala 9 que abalou o Japão.
Linda homenagem!

Sensibilidade em forma de desenho. Arte de João Marcos (@mendelevio). Rica dica do FlávioMSP.
Ganbare Nippon!

Yuto Nagatomo, jogador da Inter de Milão, carrega uma bandeira japonesa após a vitória de seu time contra o Bayern de Munique pela Champions League, em Munique, na Alemanha. Foto: AP
Não sei o que significam os dizeres, mas achei linda a frase “You’ll never walk alone” – vocês nunca andarão sozinhos.
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UPDATE (8.4) – “You’ll never walk alone” é uma música do musical Carousel, de 1945. Na peça, ela é interpretada em dois momentos, como forma de confortar e encorajar personagens que passaram por problemas. Na década de 1960, a música começou a ser interpretada pelos torcedores do Liverpool, e mais tarde acabou virando hino de vários clubes de futebol pelo mundo.

