O Thanksgiving, o tradicionalíssimo festival da colheita, conhecido no Brasil como “Dia de Ação de Graças”, é comemorado no Canadá (na segunda segunda-feira de outubro) e nos Estados Unidos (na quarta quinta-feira de novembro).
Neste dia, a família se reúne para uma farta ceia, em que o prato principal é um peru assado, e agradece pelas graças alcançadas. Segundo a tradição, esta refeição é um agradecimento preparada pelos primeiros colonos ao chegar à nova terra.
Provavelmente você já tenha visto algum filme ou série de TV que tenha feito menção à data ou cujo tema mesmo tenha sido sobre o Thanksgiving. No Brasil, não é comum se comemorar o Dia de Ação de Graças, mas na América do Norte a data é quase tão importante quanto o Natal. Tanto que, entre desfiles, comilanças e outras comemorações, um dos atos mais tradicionais – e esquisitos – é a solenidade em que o presidente dos Estados Unidos “perdoa” um peru – como se o coitadinho tivesse culpa por alguma coisa -, que não é sacrificado e passa o resto da sua vida em uma fazenda.
Dizem que essa tradição data de 1947, quando o então presidente Harry Truman recebeu o chamado “Peru Nacional de Ação de Graças”. Desde então, todos os presidentes perdoam perus anualmente e, este ano, um sortudo peru receberá o primeiro perdão concedido por Barack Obama.
Pensei no Thanksgiving quando vi a foto abaixo, publicada hoje entre as “fotos do dia” do Telegraph. Não sei se o peru está tentando fazer um protesto contra a iminente matança de seus pares que se aproxima ou se ele sabe que não há escapatória e tentou cometer suicídio. Mas que eu ri, eu ri.

Peru se joga no tráfego perto de Lancaster, Pennsylvania, nos Estados Unidos. Foto: AP









