Fatos (lembra da abertura do Beakman?): meu nome é Érica, sou jornalista e tradutora, tenho vinte e tantos anos e moro no Brasil – interior de São Paulo; falo Português (obviamente – e odeio assassinatos da língua, apesar de estar longe de ser patriota) e Inglês, estudo Alemão e um dia fui capaz de falar um pouco de Espanhol. Na fila para as próximas loucuras culturais estão aprender Japonês e/ou Mandarim. Minhas paixões são livros e cães. Também gosto de canecas e canetas. Quaisquer outras informações que você queira, pode me enviar um e-mail ou deixar um comentário. Obrigada!
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Facts: My name is Erica, I’m a twenty-something-year-old journalist and translator, living in Brazil – São Paulo state; I speak Portuguese (obviously) and English, I study German and I once could speak a little bit of Spanish. Holding in line as the next languages to be learnt are Japanese and/or Chinese. My passions are books and dogs. I also like mugs and pens. Any other piece of information you may like, you can send me an e-mail or leave me a comment. Thanks!
Ola erica
Que bom que vc gosta de leitura e cães. Eu adoro leitura, musica, cães e gatos….
mas escrvo para lhe agradecer a sua recomendação sobre meu depoimento no Memoria Oral da RTV Cultura.
É uma batalha manter isso no ar, muitas vezes, a contrariar a té o governo do estado e a presidencia da Fundação.
beijos e obrigado
mauricio monteiro
Oi, Mauricio! Poxa, que honra receber um comentário seu! Ganhei o dia!
Mas era apenas justo que eu recomendasse o seu depoimento, um dos mais interessantes entre tantos vídeos geniais. Acho uma pena que poucos se interessem pelo conteúdo da TV Cultura… Me desanima demais pensar que, um dia, por pura politicagem, a TV que mais fez parte da minha infância pode deixar de funcionar. O arquivo da Memória Oral disponível no site da TV Cultura é apenas uma pequena amostra do tamanho da riqueza já gerada por ela. Pena mesmo que o brasileiro não dê o devido valor.
Muito obrigada pelo seu comentário e até breve!
Achei seu blog por uma foto das múmias dos padres capuchinhos. E curioso foi ver que um deles tinha uma lança na face. Isto me fez recordar de um sonho, que eu tive, que ao salvar uma amiga minha que ia ser atingida por uma bala, eu coloquei minha própria cabeça como escudo. Mas ao invés de ver meu fim, vi que o tiro passou pela a minha cabeça como uma lança pra cima, só que agora eu estava voando pelo o céu em cima de uma vassoura e com ela junto, bem igual as estórias de bruxas…rs. Imaginação fértil a minha, não? Isto até me fez escrever um livro de ficção-científica que conta justamente o seu interesse cultural pela a Ásia. O livro se chama “A Odisséia Oriental”, não publiquei ainda e nem procurei algum editor, pois estou fazendo uns ajustes neles ainda. No entanto até conseguir uma editora vou deixá-lo ao público no virtual. E se quiseres dar uma olhadinha depois nele, pode entrar em contato comigo, Érica.
Bom, sendo breve, um ótimo final de semana!