31 Outubro, 2008
29 Outubro, 2008
Dia Nacional do Livro
No Dia Nacional do Livro, 29 de outubro, um post sobre… livros! Em particular, os clássicos em língua portuguesa, de autores nacionais e lusitanos. E começo, mais uma vez, por uma frase do multimííídia Marcelo Tas:
Bem, infelizmente, todas as minhas aulas de Português na escola foram uma viagem com volta – apesar de algumas terem sido muito boas. E isto é um fato que me entristece ainda hoje, pois adoraria ser fã de autores de língua portuguesa, adoraria encher uma prateleira inteira com os grandes clássicos dessa literatura, com títulos lidos e devidamente degustados do começo ao fim. Porém, o que acontece é justamente o contrário: não consigo comprar um livro escrito em português. Não consigo me interessar por literatura de língua portuguesa – com raras exceções, como livros escritos por jornalistas nacionais.
Tenho um preconceito que me foi arraigado nas aulas de Português da escola, quando éramos obrigados a ler os famosos livros de lista de vestibular, sem que tivéssemos condições para apreciar o ben(mal)dito. Não há criança de 11, 12 anos que consiga gostar de um Machado de Assis, Fernando Pessoa, Guimarães Rosa, Drummond, Graciliano Ramos, Mário de Andrade ou qualquer autor de tal calibre – a não ser que esta etapa seja precedida por uma sólida base de leitura de livros mais simples, que cativem a curiosidade e a criatividade das crianças e as tornem ávidas leitoras.
Eu não tive este “treinamento”. Aprendi a ler em casa, com meus pais, ainda antes de ir para a pré-escola. E não aprendi a ler com livros, aprendi com Mauricio de Sousa e seus gibis – uma leitura um pouco diferente mas não menos importante ou viciante.
Mas na escola, onde, entre outras coisas, os alunos deveriam ser despertados para as maravilhas da cultura, não houve um incentivo para tal, apenas uma obrigação – e muita cobrança. E hoje me vejo às voltas com as tentativas de recuperar o tempo – e os livros! – perdido, mas a concorrência com livros novos ou de autores internacionais dos quais já sou fã, ou mesmo aqueles autores famosos cuja literatura é bastante elogiada e os quais eu ainda não conheço, acabam ganhando a disputa em grande parte das vezes.
E, em mais um Dia Nacional do Livro, eu continuo assim: tentando e falhando nas tentativas de vencer alguns dos títulos publicados pela coleção da Folha de S.Paulo que sai em época de vestibulares. Quando tento começar um livro, topo com aquelas palavras usadas em 1800 e desisto. Leva-se mais tempo pesquisando as palavras do que lendo o livro! E olhe que meu vocabulário de 1800 não é tão ruim!
De qualquer forma, feliz Dia Nacional do Livro para você. E se tiver alguma sugestão de leitura de livros escritos em língua portuguesa, por favor, me escreva!
Quebra das Bolsas
Coincidentemente, há exatos 79 anos, em 29 de outubro de 1929, aconteceu o famigerado colapso da Bolsa de Nova York, o maior da História – até agora?
Parece que outubro é realmente o mês das bruxas para Wall Street e seus parentes ao redor do mundo…
27 Outubro, 2008
22 Outubro, 2008
Sociedade civilizada

Foto: divulgação British Humanist Association
Em Londres, na Inglaterra, ativistas pró-ateísmo farão campanha em ônibus da cidade exibindo faixas com os dizeres “There’s probably no God. Now stop worrying and enjoy your life” – em tradução livre, “Deus provavelmente não existe. Agora pare de se preocupar e curta sua vida”.
A campanha é capitaneada pela British Humanist Association e conta com o apoio do biólogo britânico Richard Dawkins, autor dos livros “Deus, um delírio” e “Gene Egoísta“. O acadêmico é conhecido pelos seus livros e documentários que questionam o papel das religiões e defendem o evolucionismo.
O objetivo da campanha é “promover o ateísmo na Grã-Bretanha, encorajar mais ateístas a assumirem publicamente a sua posição e elevar o astral das pessoas a caminho do trabalho“.
“Nós vemos tantos pôsteres divulgando a salvação através de Jesus ou nos ameaçando com condenação eterna, que eu tenho certeza que essa campanha será vista como um sopro de ar fresco“, disse Hanne Stinson, presidente da associação britânica.
Richard Dawkins declarou que “a religião está acostumada a usufruir de benefícios tributários, respeito não merecido, o direito de não ser ofendida e o direito de fazer lavagem cerebral nas crianças. Mesmo nos ônibus, ninguém pensa duas vezes quando vê um slogan religioso. Esta campanha fará com que as pessoas pensem – e pensar é um anátema perante a religião.“
Vamos ver o que acontece…
21 Outubro, 2008
Geek Stick

Excelente. Do site de Matei Apostolescu.
As letras do * lêem-se: “read heart instead of hard/thank you/013a.com“.
(Re)Faça-se a luz!
Há 129 anos, em 21 de outubro de 1879, Thomas Edison inventou a luz elétrica em seu laboratório em Menlo Park, New Jersey (EUA). E o mundo nunca mais foi o mesmo.
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Se você se interessa por jornalismo, notícias tão incríveis como esta e por história mundial, visite o site do jornal norte-americano The New York Times. Ele disponibiliza online todas as capas dos jornal desde 1851! Algumas das reportagens são republicadas na íntegra.
Além disso, o NYT ainda traz as notícias mais importantes da data em diversos anos, todos os dias, e mostra os aniversariantes mais conhecidos.
O serviço é gratuito – a não ser que você queira comprar uma reprodução da capa, datada de qualquer ano desde 1851.
20 Outubro, 2008
Sad Sox
Se meias fossem personagens permanentes de desenhos animados, hoje elas estariam chorando. Ou, pelo menos, muito tristes. Principalmente as vermelhas…
Seqüestro
Se tem policial com vergonha de ser brasileiro, também tem muito jornalista com vergonha das atitudes de certos “jornalistas”. Eu sou um deles.
Existe o Jornalismo e o sensacionalismo. E a diferença entre eles é – ou deveria ser – muito, muito grande.
17 Outubro, 2008
Acontece
Site G1 publica notícia velha – e ela ficou no ar mais de duas horas.
Falta de assunto, falta do que fazer ou distração mesmo?


