
À esq., capa da Rolling Stone Brasil de agosto de 2008; à dir. capa da Rolling Stone americana do mesmo mês
Quando soube que a Rolling Stone seria “ressuscitada” no Brasil, em outubro de 2006, resolvi comprá-la para ver a quê ela voltava. O problema é que não gosto de música brasileira, então acabava ignorando uma boa parte da revista. Mas continuei comprando, pois a maior parte dela trazia um material interessante. Até que um dia fui comprar a Rolling Stone do mês – era setembro de 2007 – e topei com uma ex-participante do Big Brother Brasil na capa. A decepção foi tanta que não voltei mais a comprar a revista.
Quando li que Paulo Coelho seria capa da revista fiquei contente por não ser mais leitora da RS. E, só por curiosidade, fui ver quem era a capa da Rolling Stone americana. Era ninguém menos que o cara que ressurgiu das cinzas, Robert Downey Jr.
Dá raiva ou não dá? Ou seria “pena”?
P.s.: não tenho nada contra aqueles que fazem a edição brasileira. Dê uma olhada no expediente: só tem “gente grande”, que merece todo o respeito por editar uma publicação com traz tamanha responsabilidade.
Era uma vez um senhor nascido em Taiwan, chamado Momofuku Ando, que teve uma idéia brilhante baseada em uma triste observação. Durante a Segunda Guerra Mundial, Momofuku via todos os dias enormes filas de japoneses tentando comprar um prato de macarrão nas barracas de “ramen” (“macarrão”, também chamado de “lamen”) espalhadas por todo Japão. Momofuku pensou, então, que talvez pudesse inventar algum modo para que as pessoas pudessem comer seu prato favorito em qualquer lugar, sem ter que ficar esperando pelo cozimento da pasta.



Por que as rações para gatos são sempre gororobas nojentas que vêm em latas e as rações para cães são aqueles pedaços duros que vêm em pacotes plásticos?